sábado, 26 de julho de 2025

Rota cultural pelos países bálticos com bicicleta #11

E se fossemos almoçar à Bielorrússia? Ah ah ah...

 

 

Vamos lá tentar passar a fronteira, galdeirinha estás pronta? Ao que ela pôs logo as luzes em pisca pisca.
Então, hoje foi pedalar até à fronteira, que está aberta mas quase sem tráfego, estavam vários camiões à espera, de dez em dez minutos aparece um carro. Claro que não deixam passar bicicletas, eu até sabia, mas vale sempre a pena tentar - até para ver o que acontece :). Ainda troquei umas palavras com um senhor do primeiro controlo de passagem [que não esteve para me aturar, só fazia era abanar a cabeça negativamente. Na volta pensava, hoje havia de aturar este maluco :)], depois meti fala com um motorista russo, mas, foi um diálogo curto devido à dificuldade de comunicação; usei o tradutor, frases simples e curtas, quis saber de onde eu era e como ali tinha chegado. Não falámos de política, claro... 
Passada esta "festa" da fronteira, começo por partilhar a história deste monumento mesmo ali ao lado.


Cito: “Este monumento presta homenagem às vítimas do ataque, de Medininkai, ocorrido em 31 de julho de 1991”, faltam 5 dias para fazer 34 anos, “na fronteira entre a Lituânia e a Bielorrússia, durante o processo de independência da Lituânia da União Soviética.
Naquela madrugada, forças especiais soviéticas (OMON) atacaram o posto fronteiriço de Medininkai, matando sete oficiais lituanos.”
Este monumento é mais um exemplo de como está tão viva a memória lituana. Em coerência, o apoio à Ucrânia está visível por todo o lado. São imensas as bandeiras ucranianas e até os autocarros têm, à frente, 💗 Ucrânia!
 

Tomei então o rumo do castelo de Medininkai para uma visita. É um castelo feito num alto desta povoação fronteira, à volta é campo e floresta, do lado bielorusso é torres de vigia e arame farpado :). O castelo tem uma pequena exposição de quadros alusivos ao lugar, batalhas medievais, armas e armaduras.
A fome apertava pois a bucha já tinha ido há tempo. Perguntei por lugares de comida na receção do castelo mas a senhora não compreendia nada, estava pior do que eu :), foi chamar uma senhora que até dava uns toques em portunhol, lá me indicou...
Foram 71 km com um regresso mais refrescado pela chuva leve que de vez em quando descia à terra. Soube bem!
Vítor Franco


sexta-feira, 25 de julho de 2025

Rota cultural pelos países bálticos com bicicleta #10

“O que faz você por aqui?”. Ops, estou a ouvir português!!!


Olá, eu sou o Vítor (...), “eu sou o João Bandeira” (...) e começámos a conversar… O João, que é de Sintra estava aqui com a esposa lituana… Foi muito bom ter conhecido o João, deu-me várias sugestões e boas ideias (...) podíamos ter ficado a falar horas… Obrigado João!
A família chamava-o, a mim chamava-me Kernavé. Afinal tinha pedalado 24 km, além do comboio, para cá chegar.


 

 

Vale sempre a pena. Aprender com a história humana dá-nos capacitação para o presente e o futuro. Do exemplo que é a construção de casas de madeira por encaixe que ainda hoje se pratica, às formas de estrutura social e produtiva, há olhares atentos a fazer. Hoje, três ciclistas chegaram, deram “meia-volta” e desandaram. O que terão ganho de conhecimento?!

Então, citando a informação oficial, “Kernavė, conhecida como a “primeira capital da Lituânia”, é um tesouro arqueológico e histórico que foi inscrito como Património Mundial da UNESCO em 2004. Localizada no vale do rio Neris esta área preserva vestígios de ocupação humana que remontam a mais de 10 mil anos.
O que torna Kernavė especial?
- Cinco colinas fortificadas formam um sistema defensivo impressionante da Idade Média.
- Vestígios arqueológicos que vão do Paleolítico até os tempos medievais, incluindo cemitérios, assentamentos e fortificações.
- Foi uma cidade feudal importante até ser destruída pela Ordem Teutônica no século XIV.”

Vítor Franco
 

Informação mais detalhada da página do sítio:
“ASSENTAMENTO DA IDADE DA PEDRA (1a metade do VIII-II milénio a.C.).
Os primeiros habitantes de Kernavé surgiram há 11 mil anos. Durante o período Neolítico (primeira metade do IV-II milénio a.C.), os acampamentos temporários de caçadores e pescadores do Mesolítico (séculos VII-V a.C.) foram substituídos por povoações permanentes situadas no primeiro formidável terraço nas margens do rio Neris.
ASSENTAMENTO DA IDADE DO BRONZE (séculos XVI-VI a.C.).
Povoados não fortificados foram estabelecidos na orla do primeiro terraço do dique de Neris. Nessa época, as pessoas fabricavam armas e ferramentas com matérias-primas locais: pedra, osso e chifre. Os artigos de bronze importados eram muito raros.
CEMITÉRIO DA IDADE DO BRONZE FINAL E DA IDADE DO FERRO INICIAIS (10 milénio a.C.).
As escavações em Kernavé revelaram uma tradição funerária praticamente desconhecida entre os povos do Báltico Oriental no período anterior a Cristo. Os povos da cultura da Cerâmica Listrada, que viviam em Kernavé nessa época, enterravam os seus mortos de três formas. Os ossos cremados de alguns eram colocados em fossos simples, os de outros em urnas de barro moldadas a mão e os de outros em sepulturas cuidadosamente dispostas e revestidas de pedra, chamadas criptas.
ASSENTAMENTO E CAMPO FUNERÁRIO DO PERÍODO ROMANO (séculos IV d.C.)
O período romano é a idade de ouro das culturas bálticas que floresceram entre o baixo Vistula, a oeste, e o interflúvio Volga-Oka, a leste. Nessa altura, os habitantes de Kernavé começaram a produzir ferro em grande escala a partir do minério de pântano local, e a agricultura e a pecuária desenvolveram-se no fértil Vale de Pajauta. Grandes povoados não fortificados foram estabelecidos junto aos campos cultivados. O vale, com o monte fortificado de Aukura, estava ligado por uma via construída através do pântano - a mais antiga estrada de superfície dura ainda existente na Lituânia. Os mortos não queimados eram enterrados no túmulo na parte sul do Vale de Pajauta (século IV d.C.).
ASSENTAMENTO DA IDADE MÉDIA DO FERRO (primeira metade do séc. IX).
A ldade Média do Ferro é um período de mudanças significativas no território da Lituânia e dos países vizinhos. A Grande Migração das Nações, que abrangeu toda a Europa, não ignorou a Lituânia. Os brutais ataques inimigos em meados do século V reduziram as fortificações da Colina de Aukurs a cinzas. O castelo não tardou a ser reconstruído superior do rio, no local da futura Colina do Castelo, do Trono de Mindaugas e dos montes de Lizdeika.
CIDADE BAIXA DE KERNAVÉ (séculos XIII-XIV).
Kernavé é uma das cidades mais antigas da Lituânia, mencionada em fontes escritas desde 1279. A cidade feudal consistia numa parte fortificada da cidade sobre os montes e nas cidades de Kernavé Inferior e Superior. Na cidade de Kernavé Inferior, no Vale de Pajauta, existiam alojamentos de artesãos e comerciantes. Ricas propriedades de um osseiro, joalheiro e ferreiro foram aqui descobertas. Sedimentos fluviais, que enterraram os abandonados após 1390.
A cidade dos Cavaleiros Teutónicos no Vale de Pajauta foi perfeitamente preservada até aos dias de hoje com muitos vestígios de edifícios feitos de materiais orgânicos da época.

CIDADE ALTA DE KERNAVÉ (finais do século XIII - século XIV).
O fortalecimento de Kernavé - sob o governo do Grão-Duque Traidenis (1269-1282) Capital- a cidade começa a crescer no terraço superior do rio Neris.
CEMITÉRIO DA CIDADE DE KERNAVÉ, séculos XIII-XIV.
Durante muito tempo, acreditou-se que os antigos lituanos cremavam os seus mortos, até à adoção do cristianismo. Pesquisas no cemitério de Kernavé, onde os habitantes da cidade eram sepultados nos séculos XIII e XIV, mostraram que, embora permanecessem oficialmente pagãos, os habitantes da Lituânia Oriental adotaram alguns dos costumes funerários predominantes na parte cristã do Grão-Ducado da Lituânia. Os túmulos são construídos em pedra, com os mortos deitados com as cabeças viradas. VAUS MEDIEVAIS ATRAVÉS DO NARS.
Kernavé do século XIV foi um grande centro defensivo que protegia as abordagens de Vilnius.
Em Kernavé, cruzavam-se até cinco rotas teutónicas para o leste e sudeste da Lituânia. Em Kernavé, o exército da Ordem atravessou o Neris três vaus eram conhecidos pelos batedores, um Ataivalga (hoje Baltas kalnas), o segundo, acima de Kernavé, a uma distância tal que se ouvia um grito vindo do quartel-general do príncipe (Aukuras kalnas), e o terceiro, a dois gritos de distância do segundo, perto de Sidaras.”
Nota: este texto é uma tradução das descrições oficiais, que poderá não estar exata ou omissão em palavras por ser feito por foto tradução em telemóvel.

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Rota cultural pelos países bálticos com bicicleta #9

Hoje é o dia da sátira, às vezes é a melhor maneira para enfrentar a mediocridade. Começa com vídeos "humorísticos" satirizando a incompetência - ou a ausência de um rumo lúcido, lógico e de harmonia entre urbanismo, pessoas e natureza.

          
Essa sátira incide, em particular, sobre os poderes que têm governado o concelho de Santarém. De facto, a subordinação ao dogma automóvel tem feito perder imensas oportunidade de melhoria da qualidade de vida, de segurança e de mobilidade saudável às pessoas. É que temos, e estas têm sido as decisões votadas pela população.
Uma surpresa interessante foi a visita a outro parque, junto ao rio, onde está um cemitério dos soldados da 1ª guerra mundial. Deixo as imagens.

          
O dia de hoje acabou de forma muito séria, com uma visita à torre de televisão. O que terá de interesse uma torre de sinal de televisão, perguntarão? É que ela representa um momento histórico da emancipação da Letónia face ao domínio da Rússia, momento que ficou marcado por uma repressão à população com vítimas mortais. Em janeiro de 1991, há apenas 34 anos, deu-se um acontecimento dramático e vital na história da Lituânia. Veja o vídeo.
As imagens falam por si!
Vítor Franco

 











quarta-feira, 23 de julho de 2025

Rota cultural pelos países bálticos com bicicleta #8


Hoje iniciou-se a terceira fase, o “bate-volta” a lugares históricos com base no centro histórico de Vilnius e património mundial.

O Castelo de Trakai foi o destino. Bicicleta em linha e lá fomos fazer os 32km até essa “verdadeira joia medieval” da Lituânia.
Outra vez uma estrada com muito movimento; lá fomos, ciclovias de vez em quando, uma estrada ou outra mais interior bom comportamento dos motoristas.
A caracterização informativa diz que é um “castelo especial.
 

- Construído no século XIV em uma ilha no lago Galvė, é o único castelo insular da Europa Oriental
- Sua arquitetura gótica e os tijolos vermelhos criam um visual digno de contos de fadas
- Foi residência dos Grão-Duques da Lituânia e palco de festas luxuosas”.
 


Na verdade é bonito, toda a envolvência o é, já está candidato a património mundial.
O castelo está em recuperação nalgumas torres. Contém exposições com variados objetos preciosos, armaduras, pinturas, etc, etc.

O lugar de Trakai é caraterizado pelas bonitas casas em madeira.

O almoço voltou a ser parras de uva . Fiz ainda a visita ao castelo/museu, já perto da igreja ortodoxa, que me deu faz dar nota negativa pela desorganização e pela antipatia.


Optei por fazer a volta a Vilnius de comboio, pois já foi em hora de ponta e tento sempre correr menos riscos.
Sabiam que o clube de Vilnius equipa como o Sporting? O clube do "pardal de trigo" ainda não vi nada. Não se zanguem .

Uma nota para a viagem de Tallinn a Vilnius, de ontem, com a Lux Express. Trabalham muito bem. O autocarro tinha um lugar só para bicicleta, não foi preciso desmontar nada, WC, máquina de café, chá, capuccino, gratuito [eu só bebi dois chocolates, dois capuccinos e dois cafés em 9 horas de viagem está bom. ], água, tudo gratuito. O autocarro tem WiFi, TV, filmes, rádio…, muito confortável. Bom e barato! Estão de parabéns!
Vítor Franco

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Rota cultural pelos países bálticos com bicicleta #7

Tallinn, capital da Estónia.
O dia, em Tallinn, tinha como plano a visita a museus e lugares que me contassem dos tempos das guerras e das ocupações, ora vejam só:
• Declaração de independência a 24 de fevereiro de 1918;
• Ocupada pelo Império Alemão em Fevereiro–novembro de 1918;
• Reconhecida independente a 2 de fevereiro de 1920;
• Ocupada pela URSS em 1940–1941;
• Ocupada pela Alemanha Nazista em 1941–1944;
• Ocupada pela URSS em 1944–1991;
• Redeclarada independente em 20 de agosto de 1991.
Este povo sofreu "um pouco", não?
A primeira visita foi à prisão do KGB.
Segundo a discrição "durante décadas, esse local foi usado como centro de detenção e interrogatório pela NKVD e, posteriormente, pela KGB.

 

As celas são muito pequenas e sombrias, algumas abrigavam até 18 pessoas ao mesmo tempo. Os prisioneiros — que incluíam políticos, intelectuais, veteranos da guerra e cidadãos comuns — eram mantidos em condições desumanas, submetidos a interrogatórios brutais e, muitas vezes, enviados para campos de trabalho na Sibéria ou executados." Tinha um castigo aos presos que era de fechar o preso num armário minúsculo onde nem podia abrir os braços, não se conseguia sentar.
O museu guarda milhares de papéis do tempo soviético e lá encontrei um esquema elétrico.
A outra visita foi ao museu Vabamu Museum of Occupations and Freedom Okupatsioonide. Está interessante, essencialmente em multimédia, mas perde por excessivamente opinativo e, na minha opinião, com dados incorretos.
Dois outros museus estavam fechados, visitei o interior da ortodoxa Catedral Alexander Nevsky que é património mundial. É lindíssima, ao tradicional estilo ortodoxo, pena não se puder tirar fotografias no interior.
Hoje fiz uma coisa que gosto: almoçar com muita calma, num local de boa observação das pessoas locais. Estive à conversa com a menina que servia às mesas, é ucraniana, quase não sabe falar estónio e fugiu da guerra [a sua vila é quase encostada a Odessa e não teve outra solução], se fosse em Portugal recebia ordem de expulsão que não cumpria as novas regras do governo.
Aquela menina bonita ainda não tinha tido tempo de aprender estoniano, naquela rua turística onde o inglês predomina. Onde estaria a viver a menina que ainda não sabia estoniano? Numa casa de imigrantes com vinte pessoas como aqui acontece em Portugal?


Volteio o olhar pela rua. Olho a bela porta da muralha e as dezenas de pessoas que nela pousavam para a foto. Um jovem fazia habilidades com a bola, um verdadeiro artista, fui ter com ele e deixei uma moeda no seu chapéu. Disse-lhe que ele era como o Ronaldo, ao que ele respondeu sem nunca deixar cair a bola “é o meu favorito”. Uma jovem senhora tocava música clássica num instrumento que não descobri o que era. Aproximei e deixei umas moedas, não tive coragem de a interromper. E voltei à mesa.




 O dia acabou com um passeio pelas muralhas e um corte de cabelo por uma senhora que tinha os olhos de um azul lindo. Ainda deu tempo para visitar uma livraria e dar os parabéns ao livreiro por estar a vender o livro "o banqueiro anarquista" do autor português Fernando Pessoa.
Amanhã há mais.

Quem será o homenzinho de chapéu alto, que caminha deixando rasto, e cujos botões do casaco brilham?


Segundo consegui apurar, a "imagem mostra a escultura do "Lucky Chimney Sweeper" (Limpador de Chaminés da Sorte). Esta escultura de bronze, criada por Tauno Kangro e inaugurada em 2010, está localizada na Cidade Velha de Tallinn. A estátua homenageia os limpa-chaminés e a crença popular de que tocar nos seus botões dourados trazia boa sorte. Os botões brilhantes no casaco da estátua convidam os visitantes a esfregá-los para atrair fortuna". Ops, esqueci-me de esfregar os botões :) :)
Vítor Franco

Rota cultural pelos países bálticos com bicicleta #6


Hoje o dia foi para visitar Helsínquia. Foi um bate-volta como dizem no Brasil. Saí de Tallinn bem cedo [tinham-me alertado para preços muito altos, então levei um saco quase cheio de comida, eh eh eh] e voltei no último barco.
Valeu a pena “ganhar” uma nota para visitar a capital da Finlândia. Cidade de amplas ruas, vários edifícios de clara influência russa pois esteve sob domínio do Império Russo de 1809 a 1917 e, segundo me contaram, foi arquitetonicamente alterada por inspiração em São Petersburgo, ex Leninegrado, por exemplo a Catedral Ortodoxa Uspenski.
 

A tendência arquitetónica atual é, dizem as leituras, de forte influência neoclássica, bem interessante e patente na Catedral católica [a branquinha] e na Praça do Senado. Uma nota paralela, eu adoro as obras do arquiteto Andrea Palladio e tive o prazer de visitar Vicenza, cidade onde faleceu e onde se situam algumas das suas mais belas e magníficas construções.
 

Em Helsínquia, realço o enorme edifício da livraria Oodi, é simplesmente magnífico! Ondulado externa e internamente, amplo e cheio de luz natural, pulula de vida. Salas de ensaio para bandas [em tempos idos defendi isso para o ex matadouro], dezenas de jovens a jogar xadrez, outros jogos dos mais variados, salas de informática, impressão em papel e 3D, lugares até só para ler, descansar e muitos a dormir a sesta, espaço para crianças, famílias em “piquenique” ...

 
 
  
Nota alta para o museu de Arte Finlandesa que destaca nas suas exposições como a histórica discriminação da mulher impediu a afirmação da mulher artista. Cito, “Se uma mulher quisesse escolher os seus próprios temas, como paisagens montanhosas, tinha de viajar e fazer trilhos. Fazê-lo sozinha era mal visto. Muitas vezes, uma artista era acompanhada por um colega ou familiar do sexo masculino, enquanto uma acompanhante mais velha também era aceitável. Algumas até viajavam sozinhas, mas só mais tarde na vida, como Elisabeth Jerichau-Baumann fez depois dos 50 anos.” Imagina-se hoje, mas alerta que o machismo está a crescer imenso!

  
Boa nota também para o museu de história natural, muito didático, com muitos animais embalsamados…
Agora, imagine, uma Capela quase redonda, num canto de uma praça, sem qualquer identificação, onde qualquer religião pode ter culto, a Capela do Silêncio / Kampin kappeli.

Parlamento
Capela
 
Não houve tempo para ver a igreja Luterana construída de dentro da própria rocha, igreja da Rocha / Temppeliaukio.
Noite dentro, de volta a Tallinn...
Muito mais fotos na publicação do facebook.
Vítor Franco  

Rota cultural pelos países bálticos com bicicleta #17 e última

Se há mensagem que ainda pode elucidar a vivência destes povos é esta que partilho neste vídeo. Ouçam e vejam. E pensem, pensem o que podem ...